Uma em cada 10.000 crianças nascem com a orelha não completamente formada (microtia) ou mesmo ausente (anotia). Embora tenham um défice de audição, no lado da orelha ausente, em geral são crianças saudáveis. O lado direito é o mais afetado (em 10% dos casos é bilateral) e é mais comum no sexo masculino. Em metade dos casos há associação com outras anomalias da face. Em Portugal, são registados cerca de 10-15 casos por ano.

A correção deste problema, não sendo obrigatória, é possível através de uma cirurgia. A “nova” orelha é feita a partir de cartilagem da costela da própria criança. Existem outras formas de correção (com próteses), mas esta ainda é a melhor solução segundo os especialistas. Devido à sua raridade poucos centros a realizam.

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